Final de ano no atelier

Somos um atelier bem novinho, apesar da vontade de mexer com plantas ser de longa data. Esse final de ano tivemos as primeiras encomendas.
Nossa cliente resolveu dar de presente de Natal nossos quadros feitos com placas de vidro.
Seguem algumas fotos.

Obra: “Pinceladas”
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Obra: “Passou um vento pelas pontas dos meus dedos”

Obra: “Semear”
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Para ver mais fotos do atelier, da coleta, do processo siga nosso instagram!

Iremos pausar as postagens aqui no blog até janeiro.
Boas festas e obrigada por acompanhar nosso blog! : )

Esperamos muitas novidades em 2016!

Livros ** Publicações no Fluxo Bazar

Em São Paulo, no + Fluxos Bazar conheça “Estudos para jardins de plantas ordinárias”.
Desenvolvido por bruno o. e victor tozarin o projeto é uma investigação sobre a paisagem cotidiana e toda a potência espontânea, indesejada e menor das pragas, inços, matos e ervas-daninhas. Assim, criam narrativas a partir da paisagem local que constituem uma variedade de registros de plantas, memórias e subjetividades menores e ordinárias.

No bazar apresentarão parte do processo do trabalho com imagens de espécies pesquisadas e um cordel de plantas ordinárias.

 

Também no mesmo evento, publicação de “A ÁRVORE-ESCOLA” livro produzido pelo Grupo Contrafilé, composto por artistas de São Paulo, em parceria com Campus in Camps, programa educacional experimental situado no campo de refugiados Dheisheh em Belém, Palestina, e conduzido por Sandi Hilal e Alessandro Petti.
Juntos os dois grupos tiveram o desafio de desenvolver um projeto para a 31° Bienal de Arte de São Paulo que desencadeou no Mujarawa Árvore-Escola. O livro-obra mostra o percurso, o processo e o encontro de duas realidades e contextos geográficos distantes e contrastantes cujos artistas descobriram no baobá um ponto de encontro para o diálogo sobre terra, territorialidade, pertencimento e memória.

 

12 a 20 de dezembro
Espaço Fixos e Fluxos. Rua Jacob Maris, 553 (ao lado do Parque Previdência)
Link

Curso ** Mini-oficina de agricultura urbana

MINI-OFICINAS DE AGRICULTURA URBANA

9, 10 e 11 de dezembro de 2015 – 16h às 19h – Parque Gomm, Curitiba – Evento Gratuito e Colaborativo

Inaugurada a Horta Labirinto, é hora de aprender a manejá-la. Você mora perto do Parque Gomm? Costuma visitá-lo? Então venha ser um GUARDIÃO DA BIODIVERSIDADE e ajude a preservar as espécies vegetais do Banco de Sementes na Terra!

Programa:
– Cuidados para manter horta orgânica e sustentável
– Biofertilizantes e compostagem/minhocário
– Manutenção e fertilidade do solo
– Identificação e ciclos de cultivares
– colheita e beneficiamento de sementes
– Diálogos sobre conexões entre redes

As mini-oficinas de manejo ocorrerão nos dias 9, 10 e 11 de dezembro de 16h a 19h no Parque Gomm (Rua Bruno Filgueira, 850, fundos do Shopping Pátio Batel).
As oficinas são gratuitas, traga refrescos e alimentos para compartilhar, bem como dádivas ao parque (equipamentos de jardinagem, insumos agrícolas, tempo de limpeza etc.).

Link

Curso ** A casa das plantas

Oficina de plantas e palavras com a Janete Anderman e Ana Paula Pereira.
Pretende-se que essa experiência seja uma oportunidade para desencadear processos de criação, plantas e textos, além de um contato direto com diferentes espécies da mata atlântica, a partir da técnica do coquedama.

Pensamentos e sensações ocorrem durante a artesania do coquedama, nesse encontro de jardinagem e escrita.
Exercícios de desvios da rotina, com terra, musgo, papel e caneta, mão e massa.

Dia 13 de dezembro, domingo.
Valor 70 reais.
Local Casa Samambaia, Curitiba.

Para se inscrever, envie um e-mail para vounasamambaia@gmail.com

Livro ** The Organic Artist

Materiais de arte de boa qualidade geralmente são caros. Imagine poder fazer seu próprio material usando o que a natureza a sua volta te dá. Fazer parte do processo e ter o controle da obra desde o início.

ink+from+soot,+nick+neddo

Nick Neddo é um artista (Vermont, EUA) que começou a desenvolver seus próprios materiais criativos retirados da natureza onde mora. Ele faz seus próprios papéis, tintas, pincéis, lápis… o próprio material já é uma arte.

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“Ao trabalhar com matérias-primas, começamos a aprender a falar a língua desse material particular. Temos que usar a nossa consciência, a fim de observar as características específicas, pontos fortes e limitações que são exclusivos do material. Através deste nível de interação começa uma conversa, onde se aprende a ser receptivo ao feedback das matérias-primas, como manipulá-los a tomar a forma e função que desejamos. Em última análise, esse nível de participação com a paisagem é um caminho para nos ajudar a lembrar que somos parte de sua história natural e ecológica, e não apenas um visitante como um astronauta em um planeta estrangeiro.”

E ele lançou um livro chamado The Organic Artist, para inspirar criatividade e conectar as pessoas às suas raízes orgânicas. Além de oferecer uma grande variedade de sugestões para usar a natureza como fontes para a arte, o livro também introduz os conceitos de consciência e percepção de que são fundamentais para o processo criativo.

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“Os leitores vão refinar as habilidades de desenho, bem como aumentar a sua apreciação para as artes visuais e da paisagem natural. O livro ensina: fabricação de papel e tinta selvagem, trabalhar com pedra-sabão, argila, madeira, couro cru, gravura e stencil, pigmentos naturais e corantes, camuflagem e pintura do corpo. Nick magistralmente conduz o leitor por sua própria viagem mágica para a natureza: como ele recolhe materiais orgânicos para criar arte. O livro está repleto de belas imagens e tutoriais fáceis de seguir. Eu recomendo “The Organic Artist” para quem quer descobrir a alegria de criar com a natureza.” – Matt Tommey, artista de cestaria.

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Infelizmente não achei uma versão para comprar em português, apenas em inglês no próprio site do artista ou na Amazon.